2 de fev de 2010

Relatos do dia

[Às vezes, a vida nos impõe caminhos que nos exigem não só paciência, mas também cuidado. O afastamento físico de pessoas queridas, a morte das mesmas, até mesmo o desamparo sentimental são casos em que nossos passos se sentem coagidos a pausar o caminho e reavaliar o ritmo da caminhada. Entretanto, não são apenas conseqüências alheias que nos fazem diminuir o ritmo da nossa andada, muitas das vezes, nós que somos os autores dos abandonos contra nós mesmos, das mortes em plena vida, do repúdio aos nossos desejos de felicidade, etc.]

Hoje o post será um pouco mais longo, pois o dia foi exatamente assim: longo. Estava eu no shopping Tropical esperando uma pessoa para ir a um consultório médico, enquanto eu lia um livro chamado "Ser como o Rio que flui" de Paulo Coelho. Particularmente, estou descobrindo se gosto deste escritor, mas, com certeza, esse livro conta estrelinhas positivas para ele.

Enfim... Enquanto eu esperava, li um trecho do livro que falava assim: “A vida é como uma corrida de bicicletas: Na largada, todos estão empolgados e eufóricos para o início da corrida, mas quando estão a certa altura do percurso, alguns se perdem, outros desistem e a maioria apenas acompanha o carro de apoio (rotina). Desta forma, poucos são aqueles que conseguem terminar a prova, mesmo com as dificuldades do caminho, com os trechos que percorreram sozinhos e com os demais problemas que os sábios e bravos sempre têm que enfrentar."

Esse trecho foi de uma importância singular no meu dia e espero que seja igualmente - não só no dia- mas na vida de vocês. E para abrilhantar mais ainda esse texto, o segundo fato interessante que me aconteceu hoje foi o seguinte:

Conheci, muito rapidamente, uma senhora por volta dos 60 anos que simplesmente me disse: "É melhor andar devagar que correr e se cansar!"
Humm... Interessante, não? O que a levou a tecer esse comentário eu não sei, mas me rendeu muitos minutos de reflexão. Os frutos de tal reflexão serão deixados para outra hora, pois sei que (assim como os corredores de bicicleta) são poucos os que chegaram até aqui!
No mais, obrigada e até a próxima.

Um comentário:

  1. não me recordo onde, mais eu li que cada pessoa olha o mundo a seu modo.
    creio que é a mais pura verdade, mais nem sempre estamos olhando do melhor modo para nos, e isso é um exercicio costante, nos livrarmos de paradigmas que nos impede de romper o vento em uma corrida sendo o primeiro na linha de chegada. Devemos de tempos em tempos reavaliar nossos conseitos e propositos. em uma corrida de bissicleta, o vento sao os problemas que esta em forte atrito com o nosso corpo.

    ResponderExcluir

Sua vez de falar :)

2 de fev de 2010

Relatos do dia

[Às vezes, a vida nos impõe caminhos que nos exigem não só paciência, mas também cuidado. O afastamento físico de pessoas queridas, a morte das mesmas, até mesmo o desamparo sentimental são casos em que nossos passos se sentem coagidos a pausar o caminho e reavaliar o ritmo da caminhada. Entretanto, não são apenas conseqüências alheias que nos fazem diminuir o ritmo da nossa andada, muitas das vezes, nós que somos os autores dos abandonos contra nós mesmos, das mortes em plena vida, do repúdio aos nossos desejos de felicidade, etc.]

Hoje o post será um pouco mais longo, pois o dia foi exatamente assim: longo. Estava eu no shopping Tropical esperando uma pessoa para ir a um consultório médico, enquanto eu lia um livro chamado "Ser como o Rio que flui" de Paulo Coelho. Particularmente, estou descobrindo se gosto deste escritor, mas, com certeza, esse livro conta estrelinhas positivas para ele.

Enfim... Enquanto eu esperava, li um trecho do livro que falava assim: “A vida é como uma corrida de bicicletas: Na largada, todos estão empolgados e eufóricos para o início da corrida, mas quando estão a certa altura do percurso, alguns se perdem, outros desistem e a maioria apenas acompanha o carro de apoio (rotina). Desta forma, poucos são aqueles que conseguem terminar a prova, mesmo com as dificuldades do caminho, com os trechos que percorreram sozinhos e com os demais problemas que os sábios e bravos sempre têm que enfrentar."

Esse trecho foi de uma importância singular no meu dia e espero que seja igualmente - não só no dia- mas na vida de vocês. E para abrilhantar mais ainda esse texto, o segundo fato interessante que me aconteceu hoje foi o seguinte:

Conheci, muito rapidamente, uma senhora por volta dos 60 anos que simplesmente me disse: "É melhor andar devagar que correr e se cansar!"
Humm... Interessante, não? O que a levou a tecer esse comentário eu não sei, mas me rendeu muitos minutos de reflexão. Os frutos de tal reflexão serão deixados para outra hora, pois sei que (assim como os corredores de bicicleta) são poucos os que chegaram até aqui!
No mais, obrigada e até a próxima.

Um comentário:

  1. não me recordo onde, mais eu li que cada pessoa olha o mundo a seu modo.
    creio que é a mais pura verdade, mais nem sempre estamos olhando do melhor modo para nos, e isso é um exercicio costante, nos livrarmos de paradigmas que nos impede de romper o vento em uma corrida sendo o primeiro na linha de chegada. Devemos de tempos em tempos reavaliar nossos conseitos e propositos. em uma corrida de bissicleta, o vento sao os problemas que esta em forte atrito com o nosso corpo.

    ResponderExcluir

Sua vez de falar :)