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6 de abr. de 2011

Um pouco sobre felicidade - por Gildson Jr.

         O que é preciso para ser feliz? Ter muito dinheiro? Um bom carro na garagem? Fazer muitas viagens pra lugares paradisíacos? Pode ser que sim e muito provavelmente essas coisas cooperam para fazer alguém feliz. Mas o que falar sobre aqueles que não possuem meios financeiros de obter tais benefícios? Serão esses considerados infelizes? Claro que não, afinal, não nos faltam exemplos de pessoas humildes que são consideradas (e principalmente, se consideram) felizes. Então, de onde provém a verdadeira felicidade?

         Acredito eu, que a verdadeira felicidade vem principalmente da própria pessoa. Não que ela brote espontaneamente sem mais nem porque do interior da pessoa, mas se origina como resultado de um referencial feito pela própria pessoa sobre aquilo que é ou não prioridade em sua vida. Como diz uma velha frase: "A gente se entristece pelo pouco que falta em vez de se alegrar com o muito que tem".

         Claro que a vida de ninguém é um mar de rosas, sempre há aqueles que por algum motivo acham que ela poderia ser melhor, seja por não ter dinheiro pra ir em um show que era de seu interesse ou por um fora que levou de alguém que muito se gostava, porém (e isso já é de praxe) tudo tem seu lado positivo e, caso não haja, saiba que existem outras coisas que podem nos fazer rever essa situação tão incômoda que é estar triste ou sentir falta de algo ou alguém.

      Por muitas vezes, muitas e muitas pessoas vivem em situações de extrema pobreza ou enfrentam sucessivas perdas que abalam sua auto-estima, no entanto não se abalam e sempre buscam em suas vidas outros fatores que lhe façam encontrar felicidade para seguir a diante, nem que esse motivo seja o simples fato de estar vivo, o que convenhamos já um bom motivo para alegrar-se. 


 
Gildson Júnior

23 de fev. de 2011

Terça-Feira: Dores, The Guild, DS.

Ontem recomecei as aulas do Ballet. Estou parada há quase um mês, eu acho. Não fazia aula antes da viagem ao Rio de Janeiro (lindo!) e também não fiz aula depois que voltamos. É...Muito tempo. Tempo suficiente para sentir dores pós exercícios. Minha classe estava cheia de guris, acho que umas sete meninas com idade inferior a 12 anos, provavelmente! E eu dolorida depois de fazer aula com elas rsrs Não é humilhante, é engraçado. 


Por falar em engraçado, continuo assistindo The Guild. Dou muitas risadas com essa série; cada coisa que eles falam... como frases que fazem referência a jogos online e filmes! É bem nerdzinho, o que faz ser ainda mais engraçado! Um outro seriado engraçado e meio nerd é The Big Bang Theory (Este eu gostaria de me dedicar mais em assisti-lo.) 


                                                                 The Big Bang Theory


E para finalizar, estou atrasada em minha leitura da coleção de Desventuras em Série. Gosto de destacar a palavra "coleção", pois é a minha primeira coleção de livros tão grande: 13 maravilhosos livros que contam em cada página a vida desafortunada dos órfãos Baudelaire!

No mais, até o próximo relato neste diário virtual pouco acessado. ;)
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6 de abr. de 2011

Um pouco sobre felicidade - por Gildson Jr.

         O que é preciso para ser feliz? Ter muito dinheiro? Um bom carro na garagem? Fazer muitas viagens pra lugares paradisíacos? Pode ser que sim e muito provavelmente essas coisas cooperam para fazer alguém feliz. Mas o que falar sobre aqueles que não possuem meios financeiros de obter tais benefícios? Serão esses considerados infelizes? Claro que não, afinal, não nos faltam exemplos de pessoas humildes que são consideradas (e principalmente, se consideram) felizes. Então, de onde provém a verdadeira felicidade?

         Acredito eu, que a verdadeira felicidade vem principalmente da própria pessoa. Não que ela brote espontaneamente sem mais nem porque do interior da pessoa, mas se origina como resultado de um referencial feito pela própria pessoa sobre aquilo que é ou não prioridade em sua vida. Como diz uma velha frase: "A gente se entristece pelo pouco que falta em vez de se alegrar com o muito que tem".

         Claro que a vida de ninguém é um mar de rosas, sempre há aqueles que por algum motivo acham que ela poderia ser melhor, seja por não ter dinheiro pra ir em um show que era de seu interesse ou por um fora que levou de alguém que muito se gostava, porém (e isso já é de praxe) tudo tem seu lado positivo e, caso não haja, saiba que existem outras coisas que podem nos fazer rever essa situação tão incômoda que é estar triste ou sentir falta de algo ou alguém.

      Por muitas vezes, muitas e muitas pessoas vivem em situações de extrema pobreza ou enfrentam sucessivas perdas que abalam sua auto-estima, no entanto não se abalam e sempre buscam em suas vidas outros fatores que lhe façam encontrar felicidade para seguir a diante, nem que esse motivo seja o simples fato de estar vivo, o que convenhamos já um bom motivo para alegrar-se. 


 
Gildson Júnior

23 de fev. de 2011

Terça-Feira: Dores, The Guild, DS.

Ontem recomecei as aulas do Ballet. Estou parada há quase um mês, eu acho. Não fazia aula antes da viagem ao Rio de Janeiro (lindo!) e também não fiz aula depois que voltamos. É...Muito tempo. Tempo suficiente para sentir dores pós exercícios. Minha classe estava cheia de guris, acho que umas sete meninas com idade inferior a 12 anos, provavelmente! E eu dolorida depois de fazer aula com elas rsrs Não é humilhante, é engraçado. 


Por falar em engraçado, continuo assistindo The Guild. Dou muitas risadas com essa série; cada coisa que eles falam... como frases que fazem referência a jogos online e filmes! É bem nerdzinho, o que faz ser ainda mais engraçado! Um outro seriado engraçado e meio nerd é The Big Bang Theory (Este eu gostaria de me dedicar mais em assisti-lo.) 


                                                                 The Big Bang Theory


E para finalizar, estou atrasada em minha leitura da coleção de Desventuras em Série. Gosto de destacar a palavra "coleção", pois é a minha primeira coleção de livros tão grande: 13 maravilhosos livros que contam em cada página a vida desafortunada dos órfãos Baudelaire!

No mais, até o próximo relato neste diário virtual pouco acessado. ;)