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29 de abr. de 2011

Poema Natura




A idéia é a rotina do papel.
O céu é a rotina do edifício.
O início é a rotina do final.
A escolha é a rotina do gosto.
A rotina do espelho é o oposto.

A rotina do perfume é a lembrança.
O pé é a rotina da dança.
A rotina da garganta é o rock.
A rotina da mão é o toque.

Julieta é a rotina do queijo.
A rotina da boca é o desejo.
O vento é a rotina do assobio.
A rotina da pele é o arrepio.

A rotina do caminho é a direção.
A rotina do destino é a certeza.
Toda rotina tem sua beleza.



26 de abr. de 2011

A beleza





As pessoas buscam a beleza, percorrem ideais estéticos inalcançáveis e sacrificam prazeres diversos a fim de estarem de acordo com um molde socialmente admirável. Entretanto, esquecem que a beleza não parte de fora, mas do íntimo, da natureza do ser. A beleza, então, é um ideal mutável - não no ponto de vista das alterações culturais, como a moda - mas sim no quesito da sua ampla adaptação aos mais diversos entendimentos.

Desta forma, o meu entendimento de beleza pode e, arrisco-me dizer, deve ser diferente do seu entendimento. Falo que deve ser diferente, pois o mundo e todas as coisas que nele se encontram têm suas belezas distintas e, se todos acharem bonitas as mesmas coisas que eu acho, as demais acabarão por ficar, de certa forma, esquecidas. É necessário, então, que cada um lance seu olhar sobre o mundo e encontre nele o que acha belo. 

Para finalizar, eis aqui uma pequena demonstração da minha idéia de beleza:

Uma pálida luz ao fim da tarde, tristes versos recitados pela amada, suave melodia, chuva cálida, sorriso simples, olhar sincero, faces coradas, mãos atadas, mar revolto, céu pacífico, violino a cantar, bailarina a dançar, ironia, sinceridade....amor.



                                     Em suma, creio que beleza e amor são sinônimos, 
pois tudo que é belo encontra sua plenitude no amor.


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29 de abr. de 2011

Poema Natura




A idéia é a rotina do papel.
O céu é a rotina do edifício.
O início é a rotina do final.
A escolha é a rotina do gosto.
A rotina do espelho é o oposto.

A rotina do perfume é a lembrança.
O pé é a rotina da dança.
A rotina da garganta é o rock.
A rotina da mão é o toque.

Julieta é a rotina do queijo.
A rotina da boca é o desejo.
O vento é a rotina do assobio.
A rotina da pele é o arrepio.

A rotina do caminho é a direção.
A rotina do destino é a certeza.
Toda rotina tem sua beleza.



26 de abr. de 2011

A beleza





As pessoas buscam a beleza, percorrem ideais estéticos inalcançáveis e sacrificam prazeres diversos a fim de estarem de acordo com um molde socialmente admirável. Entretanto, esquecem que a beleza não parte de fora, mas do íntimo, da natureza do ser. A beleza, então, é um ideal mutável - não no ponto de vista das alterações culturais, como a moda - mas sim no quesito da sua ampla adaptação aos mais diversos entendimentos.

Desta forma, o meu entendimento de beleza pode e, arrisco-me dizer, deve ser diferente do seu entendimento. Falo que deve ser diferente, pois o mundo e todas as coisas que nele se encontram têm suas belezas distintas e, se todos acharem bonitas as mesmas coisas que eu acho, as demais acabarão por ficar, de certa forma, esquecidas. É necessário, então, que cada um lance seu olhar sobre o mundo e encontre nele o que acha belo. 

Para finalizar, eis aqui uma pequena demonstração da minha idéia de beleza:

Uma pálida luz ao fim da tarde, tristes versos recitados pela amada, suave melodia, chuva cálida, sorriso simples, olhar sincero, faces coradas, mãos atadas, mar revolto, céu pacífico, violino a cantar, bailarina a dançar, ironia, sinceridade....amor.



                                     Em suma, creio que beleza e amor são sinônimos, 
pois tudo que é belo encontra sua plenitude no amor.