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28 de abr. de 2011

A invenção da mentira

Existe um filme chamado 'The Invention of Lying' ou, na equivocada tradução para o português, 'O primeiro mentiroso' que descreve a vida de Mark, um homem comum inserido numa sociedade em que as pessoas não mentem, ou seja, são sinceras todo tempo e dizem o que realmente pensam, sem rodeios ou omissões – o que seria um desastre de proporções catastróficas em nossa sociedade.


Entretanto, a vida de Mark irá mudar quando ele, inesperadamente, conta a primeira mentira da história. Isso acontece porque ele chega ao cume de suas aflições e, desesperado, não vê saida para seus problemas de dívidas, depressão e solidão. A invenção da mentira acontece no banco, quando a atendente lhe pergunta quanto ele quer sacar. É neste momento que sua mente processa aquela que seria a primeira mentira já contada. Mark arrisca um valor muito superior àquele que possui, e como a funcionária - assim como todos no filme - não conhece a desconfiança, lhe entrega o dinheiro.

A partir daí, sucedem infindáveis acontecimentos cômicos com o uso da mentira, culminando com a invenção da maior mentira de todas, a que envolveu o mundo inteiro: a existência de 'um homem no céu' que controla a todos e os julga bons ou maus, dependendo de seus comportamentos. Isso aconteceu porque a mãe idosa de Mark estava morrendo e ele, na tentativa de acalmá-la, resolve dizer que não há motivos para temer a morte, pois depois do momento de dor todos ganham uma outra vida, melhor e sem sofrimento, eterna e pacífica. Assim como nós cristãos acreditamos, mas com uma pitada de comédia pela própria carga a que o filme se propõe.

Em suma, é um filme filosoficamente divertido. Destinado a todas as idades e mentalidades - se é que me entendem!

Boa sexta-feira a todos!

P.S.: Acho que estou com dengue.
P.S.2.: Não sei como isso aconteceu, mas me indicaram ao prêmio Top Blog. Acho esse nome particularmente ridículo, mas é um evento importante no meio internético; logo, não darei uma de enjoada e ficarei apenas contente em estar participando!

10 de mar. de 2011

Quinta-feira

Lendo Desventuras em Série, aprendi que por mais desafortunada que uma pessoa seja, ela sempre pode encontrar momentos de alegria. Entretanto, se a pessoa além de desafortunada for órfã, sem parentes e cujos únicos amigos foram raptados, esses momentos de alegria acabam se tornando tão raros que a vida pode parecer mais como os livros se chamam: desventuras em série; ou seja, uma desventura atrás da outra sem pausa para momentos felizes. 

Não sou órfã, tenho muitos parentes e alguns amigos, por isso posso dizer que tenho sorte, além do fato de que na minha vida não acontecem eventos que me obrigam a me disfarçar de lobo, fugir de uma cadeia amolecendo tijolos com água e nem ter que me passar por uma médica fajuta a fim de salvar minha irmã da morte. Aliás, nem irmã eu tenho, apenas um irmão que é como uma pessoa normal cuja vida normal não lhe rende muitas aventuras desafortunadas. 

Se você não entendeu nada que eu escrevi até então, desculpa...Mas não escrevi com a intenção de alguém entender. Escrevi isso porque estou lendo uma série muito muito muito massa. 13 livros chamados 'Desventuras em Série', mas não há ninguém que eu conheça lendo a mesma série, então o desejo de comentar tudo que eu acho interessante acaba ficando guardado. Desta maneira, como sempre, sobra pro blog!

Porém, se alguém se interessou pela narrativa desventurada, estão aí os links para os livros e o filme. Vale muito a pena. ^^
 



Enjoy! =*


22 de jul. de 2010

A história de dois solitários


              Era uma vez uma poesia. Esta poesia foi concebida numa noite sem lua, quando dois amantes se viram pela última vez. Desde então, esta poesia percorre as páginas esquecidas do sentimento e tristemente procura alguém a quem possa amar. Eis a poesia solitária:

Preciso do teu abraço,
da tua voz no pé do meu ouvido.

Preciso que a chuva continue,
para que fiques aqui comigo.

Preciso da tua mão, no meu corpo a descobrir.
Preciso do teu sorriso, para minh'alma colorir.

[Preciso de ti]

                    O que a Poesia Solitária não sabia era que não muito distante, existia uma Bailarina que vivia igualmente só. Sua dança suave transmitia a dor de alguém que não tinha a quem amar...



                   Foi quando uma brisa leve arrastou a Poesia Solitária até os pés da Bailarina; ela abaixou-se para pegar a folha de papel, leu cada linha da Poesia Solitária e sorriu alegremente.
                   Desta forma, a poesia solitária e a bailarina uniram suas tristezas e nunca mais sentiram-se sós. 

FIM!

Obs.:  Apesar de eu ter escolhido dois personagens lúdicos para ilustrar esta história, jamais duvidem da veracidade da mesma.

25 de mar. de 2010

Deletem o rebolation!!



Olá, pessoas. Como estão todos vocês? Espero que bem, pois eu estou ótima. Apesar de não ser fim de semana (ainda!), eu estou num humor maravilhoso e numa disposição quase invejável. Deve ser o clima chuvoso, enquanto muita gente prefere um cobertor e um bom soninho - que também pode ser ótimo quando estamos acompanhados- eu prefiro o cheirinho típico dessa época do ano, pois me revigora. Mas eu não vim aqui nesta quinta nublada para falar sobre o tempo, vim com o coração aberto para dar uma dica importante para quem tem um aparelho de mp3 disponível por aí.
Queridos e queridas, visitem este site, lá encontrarão mensagens no formato mp3 prontas para serem baixadas, são mensagens de reflexão muito interessantes. Para mim são muito úteis naqueles momentos que parecem não passar nunca, sobretudo no maior deles: ônibus! Enfim, pproveitem e depois me contem  o que acharam  ; )

P.S.: Particularmente não gosto de áudio-livros porque nada substitui o prazer da leitura, mas baixei "O pequeno príncipe" ontem e me surpreendi com a narração e a história. Também baixei "O menestrel", que é uma mensagem escrita por Shakespeare - Maravilhosa e emocionante; os que já ouviram, sabem o quanto essa mensagem faz a diferença nas nossas vidas, e para aqueles que não a conhecem, baixem aqui urgentemente, pois precisam conhecer. Dica de número 2 aí pra vocês. xD
Beijinho, fui! = *

25 de fev. de 2010

Baboseira de cada dia

Olá, pessoas!
Hoje é quinta-feira, o fim de semana já está chegando..Hummmm isso é ótimo porque final de semana para mim é igual doce para a galerinha de baixa estatura! Falando em baixa estatura, post passado falei sobre LOVELY COMPLEX, o história do casal que tem problema com altura e tal..Pois é, hoje eu termino de assistir os 24 capítulos do anime. Oooolha, ri muito e chorei tbm enquanto assistia. Bom demais!! 
Além dessa novidade do anime, tenho outra: Estou fazendo cursinho aqui perto de casa, não tão perto assim, pois vou de ônibus..se fosse perto de verdade iria andando. Enfim, estou meio agitada e falando bobagens sem sentido. Eu sei, eu sei. Deve ser esse calor. (E bota calor nisso)
Tava pensando aqui, se esse é um diário, eu posso escrever qualquer coisa, mesmo que esta seja ruim ou pessoal. Não é essa a função do diário? Ahh..chega de blá blá blá...Tenho que sair agora para entender coisas que deveria ter endendido no 1º ano do Ensino Médio: reações químicas! 
A única reação que conheço é a que acontece em mim quando como chocolates! (E quando vejo Alberth, claro..) Eita, agora mesmo que o post estragou. Bom..beijos, fui!

17 de fev. de 2010

Passos perdidos

 As vezes tenho a impressão de andar por caminhos errantes.  Solitária e imprecisa vago entre árvores cujas folhas já não se sustentam mais. Cadentes encontram o chão e assim como eu se deitam na neve a espera de um anjo ou um demônio capaz de lhes tirar daquele lugar.
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28 de abr. de 2011

A invenção da mentira

Existe um filme chamado 'The Invention of Lying' ou, na equivocada tradução para o português, 'O primeiro mentiroso' que descreve a vida de Mark, um homem comum inserido numa sociedade em que as pessoas não mentem, ou seja, são sinceras todo tempo e dizem o que realmente pensam, sem rodeios ou omissões – o que seria um desastre de proporções catastróficas em nossa sociedade.


Entretanto, a vida de Mark irá mudar quando ele, inesperadamente, conta a primeira mentira da história. Isso acontece porque ele chega ao cume de suas aflições e, desesperado, não vê saida para seus problemas de dívidas, depressão e solidão. A invenção da mentira acontece no banco, quando a atendente lhe pergunta quanto ele quer sacar. É neste momento que sua mente processa aquela que seria a primeira mentira já contada. Mark arrisca um valor muito superior àquele que possui, e como a funcionária - assim como todos no filme - não conhece a desconfiança, lhe entrega o dinheiro.

A partir daí, sucedem infindáveis acontecimentos cômicos com o uso da mentira, culminando com a invenção da maior mentira de todas, a que envolveu o mundo inteiro: a existência de 'um homem no céu' que controla a todos e os julga bons ou maus, dependendo de seus comportamentos. Isso aconteceu porque a mãe idosa de Mark estava morrendo e ele, na tentativa de acalmá-la, resolve dizer que não há motivos para temer a morte, pois depois do momento de dor todos ganham uma outra vida, melhor e sem sofrimento, eterna e pacífica. Assim como nós cristãos acreditamos, mas com uma pitada de comédia pela própria carga a que o filme se propõe.

Em suma, é um filme filosoficamente divertido. Destinado a todas as idades e mentalidades - se é que me entendem!

Boa sexta-feira a todos!

P.S.: Acho que estou com dengue.
P.S.2.: Não sei como isso aconteceu, mas me indicaram ao prêmio Top Blog. Acho esse nome particularmente ridículo, mas é um evento importante no meio internético; logo, não darei uma de enjoada e ficarei apenas contente em estar participando!

10 de mar. de 2011

Quinta-feira

Lendo Desventuras em Série, aprendi que por mais desafortunada que uma pessoa seja, ela sempre pode encontrar momentos de alegria. Entretanto, se a pessoa além de desafortunada for órfã, sem parentes e cujos únicos amigos foram raptados, esses momentos de alegria acabam se tornando tão raros que a vida pode parecer mais como os livros se chamam: desventuras em série; ou seja, uma desventura atrás da outra sem pausa para momentos felizes. 

Não sou órfã, tenho muitos parentes e alguns amigos, por isso posso dizer que tenho sorte, além do fato de que na minha vida não acontecem eventos que me obrigam a me disfarçar de lobo, fugir de uma cadeia amolecendo tijolos com água e nem ter que me passar por uma médica fajuta a fim de salvar minha irmã da morte. Aliás, nem irmã eu tenho, apenas um irmão que é como uma pessoa normal cuja vida normal não lhe rende muitas aventuras desafortunadas. 

Se você não entendeu nada que eu escrevi até então, desculpa...Mas não escrevi com a intenção de alguém entender. Escrevi isso porque estou lendo uma série muito muito muito massa. 13 livros chamados 'Desventuras em Série', mas não há ninguém que eu conheça lendo a mesma série, então o desejo de comentar tudo que eu acho interessante acaba ficando guardado. Desta maneira, como sempre, sobra pro blog!

Porém, se alguém se interessou pela narrativa desventurada, estão aí os links para os livros e o filme. Vale muito a pena. ^^
 



Enjoy! =*


22 de jul. de 2010

A história de dois solitários


              Era uma vez uma poesia. Esta poesia foi concebida numa noite sem lua, quando dois amantes se viram pela última vez. Desde então, esta poesia percorre as páginas esquecidas do sentimento e tristemente procura alguém a quem possa amar. Eis a poesia solitária:

Preciso do teu abraço,
da tua voz no pé do meu ouvido.

Preciso que a chuva continue,
para que fiques aqui comigo.

Preciso da tua mão, no meu corpo a descobrir.
Preciso do teu sorriso, para minh'alma colorir.

[Preciso de ti]

                    O que a Poesia Solitária não sabia era que não muito distante, existia uma Bailarina que vivia igualmente só. Sua dança suave transmitia a dor de alguém que não tinha a quem amar...



                   Foi quando uma brisa leve arrastou a Poesia Solitária até os pés da Bailarina; ela abaixou-se para pegar a folha de papel, leu cada linha da Poesia Solitária e sorriu alegremente.
                   Desta forma, a poesia solitária e a bailarina uniram suas tristezas e nunca mais sentiram-se sós. 

FIM!

Obs.:  Apesar de eu ter escolhido dois personagens lúdicos para ilustrar esta história, jamais duvidem da veracidade da mesma.

25 de mar. de 2010

Deletem o rebolation!!



Olá, pessoas. Como estão todos vocês? Espero que bem, pois eu estou ótima. Apesar de não ser fim de semana (ainda!), eu estou num humor maravilhoso e numa disposição quase invejável. Deve ser o clima chuvoso, enquanto muita gente prefere um cobertor e um bom soninho - que também pode ser ótimo quando estamos acompanhados- eu prefiro o cheirinho típico dessa época do ano, pois me revigora. Mas eu não vim aqui nesta quinta nublada para falar sobre o tempo, vim com o coração aberto para dar uma dica importante para quem tem um aparelho de mp3 disponível por aí.
Queridos e queridas, visitem este site, lá encontrarão mensagens no formato mp3 prontas para serem baixadas, são mensagens de reflexão muito interessantes. Para mim são muito úteis naqueles momentos que parecem não passar nunca, sobretudo no maior deles: ônibus! Enfim, pproveitem e depois me contem  o que acharam  ; )

P.S.: Particularmente não gosto de áudio-livros porque nada substitui o prazer da leitura, mas baixei "O pequeno príncipe" ontem e me surpreendi com a narração e a história. Também baixei "O menestrel", que é uma mensagem escrita por Shakespeare - Maravilhosa e emocionante; os que já ouviram, sabem o quanto essa mensagem faz a diferença nas nossas vidas, e para aqueles que não a conhecem, baixem aqui urgentemente, pois precisam conhecer. Dica de número 2 aí pra vocês. xD
Beijinho, fui! = *

25 de fev. de 2010

Baboseira de cada dia

Olá, pessoas!
Hoje é quinta-feira, o fim de semana já está chegando..Hummmm isso é ótimo porque final de semana para mim é igual doce para a galerinha de baixa estatura! Falando em baixa estatura, post passado falei sobre LOVELY COMPLEX, o história do casal que tem problema com altura e tal..Pois é, hoje eu termino de assistir os 24 capítulos do anime. Oooolha, ri muito e chorei tbm enquanto assistia. Bom demais!! 
Além dessa novidade do anime, tenho outra: Estou fazendo cursinho aqui perto de casa, não tão perto assim, pois vou de ônibus..se fosse perto de verdade iria andando. Enfim, estou meio agitada e falando bobagens sem sentido. Eu sei, eu sei. Deve ser esse calor. (E bota calor nisso)
Tava pensando aqui, se esse é um diário, eu posso escrever qualquer coisa, mesmo que esta seja ruim ou pessoal. Não é essa a função do diário? Ahh..chega de blá blá blá...Tenho que sair agora para entender coisas que deveria ter endendido no 1º ano do Ensino Médio: reações químicas! 
A única reação que conheço é a que acontece em mim quando como chocolates! (E quando vejo Alberth, claro..) Eita, agora mesmo que o post estragou. Bom..beijos, fui!

17 de fev. de 2010

Passos perdidos

 As vezes tenho a impressão de andar por caminhos errantes.  Solitária e imprecisa vago entre árvores cujas folhas já não se sustentam mais. Cadentes encontram o chão e assim como eu se deitam na neve a espera de um anjo ou um demônio capaz de lhes tirar daquele lugar.