9 de abr de 2011

Dica: 72 horas

"Passamos muito tempo tentando organizar o mundo: criamos relógios, calendários e tentamos prever o clima. Mas que parte da nossa vida está realmente sob nosso controle?"
- John Brennan -




72 horas - Um filme sobre a guerra entre um homem que tenta provar a inocência da sua esposa e as convenções burocráticas do sistema criminal dos Estados Unidos.

Neste longa, a esposa de John Brennan (Russell Crowe) é acusada de matar sua chefe, como é de praxe, todas as provas estavam contra ela; entretanto, John se nega a acreditar em tal fato. Em contraposição ao que ele acredita, a justiça declara que sua esposa é culpada e a submete a uma pena de 20 anos em regime fechado.

Para maior desespero de John e de sua esposa Lara, o filho de 6 anos do casal passa a ter problemas na escola e em sociabilidade com outras crianças.

Neste ponto, John vê sua antiga vida perfeita se desmoronando na frente de seus olhos e após três anos de recursos judiciais mal-sucedidos, ele percebe que a única maneira de ter sua esposa de volta é tirando-a da prisão, tarefa nada fácil visto que o sistema criminal de Pittsburgh - cidade americana onde moram - é um dos mais seguros do país. Entretanto, John estuda minuciosamente cada parte do seu plano arriscado com um único objetivo em mente: reestruturar sua família. 




Este é um bom filme para refletir sobre a nossa vida pessoal sendo manipulada pela vida do Estado; suas leis e convenções nos prendem em uma jaula de medo, pois ao mesmo tempo em que nos protegem, nos ameaçam. 


Digo isto porque passou-se a acreditar em evidências criminais e não na palavra das pessoas. Ora, evidências podem ser forjadas e a palavra, supremacia do homem, deveria ser o único referencial para uma vida social saudável. 


Logo, a invenção da mentira nos tirou da zona de conforto. Nem o Estado nos protege, nem nós mesmos, pois ambos podem mentir. 
O que, então, nos protege? O que não mente?

Pensem nisto e bom fim de semana!

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9 de abr de 2011

Dica: 72 horas

"Passamos muito tempo tentando organizar o mundo: criamos relógios, calendários e tentamos prever o clima. Mas que parte da nossa vida está realmente sob nosso controle?"
- John Brennan -




72 horas - Um filme sobre a guerra entre um homem que tenta provar a inocência da sua esposa e as convenções burocráticas do sistema criminal dos Estados Unidos.

Neste longa, a esposa de John Brennan (Russell Crowe) é acusada de matar sua chefe, como é de praxe, todas as provas estavam contra ela; entretanto, John se nega a acreditar em tal fato. Em contraposição ao que ele acredita, a justiça declara que sua esposa é culpada e a submete a uma pena de 20 anos em regime fechado.

Para maior desespero de John e de sua esposa Lara, o filho de 6 anos do casal passa a ter problemas na escola e em sociabilidade com outras crianças.

Neste ponto, John vê sua antiga vida perfeita se desmoronando na frente de seus olhos e após três anos de recursos judiciais mal-sucedidos, ele percebe que a única maneira de ter sua esposa de volta é tirando-a da prisão, tarefa nada fácil visto que o sistema criminal de Pittsburgh - cidade americana onde moram - é um dos mais seguros do país. Entretanto, John estuda minuciosamente cada parte do seu plano arriscado com um único objetivo em mente: reestruturar sua família. 




Este é um bom filme para refletir sobre a nossa vida pessoal sendo manipulada pela vida do Estado; suas leis e convenções nos prendem em uma jaula de medo, pois ao mesmo tempo em que nos protegem, nos ameaçam. 


Digo isto porque passou-se a acreditar em evidências criminais e não na palavra das pessoas. Ora, evidências podem ser forjadas e a palavra, supremacia do homem, deveria ser o único referencial para uma vida social saudável. 


Logo, a invenção da mentira nos tirou da zona de conforto. Nem o Estado nos protege, nem nós mesmos, pois ambos podem mentir. 
O que, então, nos protege? O que não mente?

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