26 de mai de 2010

Carta do último suspiro


... Pela janela eu via a noite adentrando meu quarto com um esplendor mortuário. Fagulhas de uma sensação indescritível queimavam em meu peito - sensação de dor, perda e solidão. 
No meu quarto, nada se mexia; na noite, apenas sons se ouvia; Dentro de mim, nada permanecia.
E lá estava eu deitada, nua e morta como a mais triste das rosas e pálida como a lua que insistia em contemplar o meu último suspiro. Meu assassino foi-se embora e, como um último e tenebroso adeus, deixou sobre meus lençóis ensanguentados apenas um bilhete que dizia:

"Triste beleza que se eternizou
Em teus olhos frios meu amor ficou
Lembranças daqueles tempos
Que você nunca me amou."


... assim minha vida acabou.

2 comentários:

Sua vez de falar :)

26 de mai de 2010

Carta do último suspiro


... Pela janela eu via a noite adentrando meu quarto com um esplendor mortuário. Fagulhas de uma sensação indescritível queimavam em meu peito - sensação de dor, perda e solidão. 
No meu quarto, nada se mexia; na noite, apenas sons se ouvia; Dentro de mim, nada permanecia.
E lá estava eu deitada, nua e morta como a mais triste das rosas e pálida como a lua que insistia em contemplar o meu último suspiro. Meu assassino foi-se embora e, como um último e tenebroso adeus, deixou sobre meus lençóis ensanguentados apenas um bilhete que dizia:

"Triste beleza que se eternizou
Em teus olhos frios meu amor ficou
Lembranças daqueles tempos
Que você nunca me amou."


... assim minha vida acabou.

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