5 de mar. de 2010

Lua



Hoje de manhã a lua veio me visitar! 
(Desculpem, mas hoje o post é exclusivo a duas pessoas. Felizes!)







Hummmm..Místério!!!! ;)

4 de mar. de 2010

Vivaldi

Talvez por todos os meus anos dedicados à dança clássica ou simplesmente pelo fato de que sua música é realmente cativante, eu digo: "Há quase quatro séculos atrás nascia um dos maiores compositores que a história da música viu: Antonio Vivaldi. Em sua homenagem, a página inicial da google ficou desta forma hoje:


Muita gente conhece o trabalho de Vivaldi, mas poucos sabem que a maior parte dessas obras só foi descoberta na segunda metade do século passado, ou seja, todas as maravilhas que ouvimos hoje passaram mais de dois séculos em pleno anonimato. Por que? Simples - Vivaldi, que sofria de asma, vendera a maior parte de seus manuscritos a preços irrelevantes para que pudesse viajar à Viena e se tratar na corte de Carlos VI, rei vigente, que era fã particular das suas melodias. Entretanto, para azar de Vivaldi, ao chegar em seu destino, o rei morre e ele fica a ver navios: pobre, anônimo e asmático num país desconhecido. Resultado, morreu pouco tempo depois e foi enterrado como todos os outros cidadãos ditos "sem família", sem nenhuma homenagem, nenhum epitáfio e muito menos o que ele mais queria, o reconhecimento merecido.
-
Fato é que hoje as suas composições não são apenas muito famosas, mas também admiradas por milhares de apaixonados pelas óperas, concertos, sonatas, serenatas., etc. Nada mais natural, já que as composições de Vivaldi são tão notórias pela simplicidade que ele teve de "converter" a música clássica ao gosto popular, ou seja, nivelar sua arte para que todos pudessem contemplá-la, não apenas a minoria intelectual da época. 

O céu está coberto de nuvens escuras, 
anunciado por relâmpagos e trovões. 
Mas quando eles são silenciados, os passarinhos 
voltam a encher o ar com a sua canção.

Trecho de "As quatro estações, o concerto mais famoso de Vivaldi.

3 de mar. de 2010

Eliomar

Há dois meses eu e minha família estamos acompanhando, com muita esperança e fé, o tratamento do cancêr de pulmão de um amigo da família- Eliomar. Ele tinha 22 anos e dois filhos, sendo um recém nascido. Infelizmente, nessas horas de dor percebemos o quanto a vida é breve e frágil. Senhor, cuida desta alma sofrida, somente Contigo o nosso amigo poderá encontrar a paz.

"Quem não entende a morte, não está preparado para a vida"

2 de mar. de 2010

Milagres diários


 Quantas coisas boas têm acontecido na minha vida. Sinto-me em débito por não ser agradecida por todas elas. As vezes coisas tão pequenas, mas tão brilhantes e puras, que cometo a ousadia de compará-las com milagres diários. De manhã, o sol beija meu rosto quando abro a janela do quarto, as nuvens brancas e o céu azul compõem um cenário único; entretanto, poucas vezes me dou conta de sua grandiosidade. Cumpro meus deveres matinais e a tarde chega convidando-me para mais uma vez observar o quão maravilhoso pode ser meu dia se eu deixar de lado um pouco do meu ego, mau humor ou a minha sempre companheira - a pressa. A tarde passa e a noite chega como uma mãe carinhosa, ela entende meu cansaço e me recolhe em seus braços afetivos e doces. Mesmo assim, estou tão exausta na maioria das vezes para me dar conta disto tudo que acabo dormindo e esquecendo que todo o meu dia foi um milagre pelo qual eu deveria ser muito grata, mas não sou. Por isso, não como um post do blog, mas como uma oração sincera, eu digo:
"Meu Deus, me perdoe por ser cega diante das maravilhas que todos os dias Tu tens colocado na minha vida. Eu Te amo."

E o amor?


Amores perdidos. Para onde foram as cavalarias românticas, cavalgando num ideal fugitivo e insensato? - O amor. Parece-me que todos aqueles amantes foram soterrados pelas horas, pelo tempo e não restaram deles nem as unhas, nem os cabelos, muito menos as suas almas. Tristes de nós, residentes desta terra já pisada, que melancolicamente caminhamos sentindo o perfume passado dos amores outrora mortos; aqueles perfumes das donzelas, das alfazemas: naturais, sobrenaturais. E sem os perfumes, até mesmo sem as roupas, não cobriam suas vergonhas, porque elas -as vergonhas- já nasceram entregues aos seus amados. Ao único amado. 
Tristes de nós, vivos neste século, mas também mortos, que não sabemos o que é amar. Somos como humanos na caverna de Platão, visualizando apenas as sombras deste amor que não conhecemos. Desta vida plena que chamados poesia, mas que nem a potência poética chega aos pés de tão sublime sentimento. Simplesmente porque não há filosofia que o descreva. Não há ação que o resguarde, não há vida que o mate e não há morte que o reviva. É simplesmente uma gota de sensatez no mar da loucura. O amor.

5 de mar. de 2010

Lua



Hoje de manhã a lua veio me visitar! 
(Desculpem, mas hoje o post é exclusivo a duas pessoas. Felizes!)







Hummmm..Místério!!!! ;)

4 de mar. de 2010

Vivaldi

Talvez por todos os meus anos dedicados à dança clássica ou simplesmente pelo fato de que sua música é realmente cativante, eu digo: "Há quase quatro séculos atrás nascia um dos maiores compositores que a história da música viu: Antonio Vivaldi. Em sua homenagem, a página inicial da google ficou desta forma hoje:


Muita gente conhece o trabalho de Vivaldi, mas poucos sabem que a maior parte dessas obras só foi descoberta na segunda metade do século passado, ou seja, todas as maravilhas que ouvimos hoje passaram mais de dois séculos em pleno anonimato. Por que? Simples - Vivaldi, que sofria de asma, vendera a maior parte de seus manuscritos a preços irrelevantes para que pudesse viajar à Viena e se tratar na corte de Carlos VI, rei vigente, que era fã particular das suas melodias. Entretanto, para azar de Vivaldi, ao chegar em seu destino, o rei morre e ele fica a ver navios: pobre, anônimo e asmático num país desconhecido. Resultado, morreu pouco tempo depois e foi enterrado como todos os outros cidadãos ditos "sem família", sem nenhuma homenagem, nenhum epitáfio e muito menos o que ele mais queria, o reconhecimento merecido.
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Fato é que hoje as suas composições não são apenas muito famosas, mas também admiradas por milhares de apaixonados pelas óperas, concertos, sonatas, serenatas., etc. Nada mais natural, já que as composições de Vivaldi são tão notórias pela simplicidade que ele teve de "converter" a música clássica ao gosto popular, ou seja, nivelar sua arte para que todos pudessem contemplá-la, não apenas a minoria intelectual da época. 

O céu está coberto de nuvens escuras, 
anunciado por relâmpagos e trovões. 
Mas quando eles são silenciados, os passarinhos 
voltam a encher o ar com a sua canção.

Trecho de "As quatro estações, o concerto mais famoso de Vivaldi.

3 de mar. de 2010

Eliomar

Há dois meses eu e minha família estamos acompanhando, com muita esperança e fé, o tratamento do cancêr de pulmão de um amigo da família- Eliomar. Ele tinha 22 anos e dois filhos, sendo um recém nascido. Infelizmente, nessas horas de dor percebemos o quanto a vida é breve e frágil. Senhor, cuida desta alma sofrida, somente Contigo o nosso amigo poderá encontrar a paz.

"Quem não entende a morte, não está preparado para a vida"

2 de mar. de 2010

Milagres diários


 Quantas coisas boas têm acontecido na minha vida. Sinto-me em débito por não ser agradecida por todas elas. As vezes coisas tão pequenas, mas tão brilhantes e puras, que cometo a ousadia de compará-las com milagres diários. De manhã, o sol beija meu rosto quando abro a janela do quarto, as nuvens brancas e o céu azul compõem um cenário único; entretanto, poucas vezes me dou conta de sua grandiosidade. Cumpro meus deveres matinais e a tarde chega convidando-me para mais uma vez observar o quão maravilhoso pode ser meu dia se eu deixar de lado um pouco do meu ego, mau humor ou a minha sempre companheira - a pressa. A tarde passa e a noite chega como uma mãe carinhosa, ela entende meu cansaço e me recolhe em seus braços afetivos e doces. Mesmo assim, estou tão exausta na maioria das vezes para me dar conta disto tudo que acabo dormindo e esquecendo que todo o meu dia foi um milagre pelo qual eu deveria ser muito grata, mas não sou. Por isso, não como um post do blog, mas como uma oração sincera, eu digo:
"Meu Deus, me perdoe por ser cega diante das maravilhas que todos os dias Tu tens colocado na minha vida. Eu Te amo."

E o amor?


Amores perdidos. Para onde foram as cavalarias românticas, cavalgando num ideal fugitivo e insensato? - O amor. Parece-me que todos aqueles amantes foram soterrados pelas horas, pelo tempo e não restaram deles nem as unhas, nem os cabelos, muito menos as suas almas. Tristes de nós, residentes desta terra já pisada, que melancolicamente caminhamos sentindo o perfume passado dos amores outrora mortos; aqueles perfumes das donzelas, das alfazemas: naturais, sobrenaturais. E sem os perfumes, até mesmo sem as roupas, não cobriam suas vergonhas, porque elas -as vergonhas- já nasceram entregues aos seus amados. Ao único amado. 
Tristes de nós, vivos neste século, mas também mortos, que não sabemos o que é amar. Somos como humanos na caverna de Platão, visualizando apenas as sombras deste amor que não conhecemos. Desta vida plena que chamados poesia, mas que nem a potência poética chega aos pés de tão sublime sentimento. Simplesmente porque não há filosofia que o descreva. Não há ação que o resguarde, não há vida que o mate e não há morte que o reviva. É simplesmente uma gota de sensatez no mar da loucura. O amor.