6 de abr. de 2011

Um pouco sobre felicidade - por Gildson Jr.

         O que é preciso para ser feliz? Ter muito dinheiro? Um bom carro na garagem? Fazer muitas viagens pra lugares paradisíacos? Pode ser que sim e muito provavelmente essas coisas cooperam para fazer alguém feliz. Mas o que falar sobre aqueles que não possuem meios financeiros de obter tais benefícios? Serão esses considerados infelizes? Claro que não, afinal, não nos faltam exemplos de pessoas humildes que são consideradas (e principalmente, se consideram) felizes. Então, de onde provém a verdadeira felicidade?

         Acredito eu, que a verdadeira felicidade vem principalmente da própria pessoa. Não que ela brote espontaneamente sem mais nem porque do interior da pessoa, mas se origina como resultado de um referencial feito pela própria pessoa sobre aquilo que é ou não prioridade em sua vida. Como diz uma velha frase: "A gente se entristece pelo pouco que falta em vez de se alegrar com o muito que tem".

         Claro que a vida de ninguém é um mar de rosas, sempre há aqueles que por algum motivo acham que ela poderia ser melhor, seja por não ter dinheiro pra ir em um show que era de seu interesse ou por um fora que levou de alguém que muito se gostava, porém (e isso já é de praxe) tudo tem seu lado positivo e, caso não haja, saiba que existem outras coisas que podem nos fazer rever essa situação tão incômoda que é estar triste ou sentir falta de algo ou alguém.

      Por muitas vezes, muitas e muitas pessoas vivem em situações de extrema pobreza ou enfrentam sucessivas perdas que abalam sua auto-estima, no entanto não se abalam e sempre buscam em suas vidas outros fatores que lhe façam encontrar felicidade para seguir a diante, nem que esse motivo seja o simples fato de estar vivo, o que convenhamos já um bom motivo para alegrar-se. 


 
Gildson Júnior

28 de mar. de 2011

Segunda-feira

Um tempo atrás assisti a um filme chamado "A caixa". Nele, um casal em dívidas recebe uma estranha caixa contendo um botão e paralelamente uma proposta: Apertando o botão, o casal ganhará 1 milhão de dólares; entretanto, uma pessoa (que eles não conhecem) em qualquer parte do mundo, morrerá.

Passa-se, então, uma corrida contra o tempo e a dúvida inevitável entre apertar e receber a solução de seus problemas ou não apertar e não ter que sacrificar alguém.

Apesar de meus dedos estarem formigando neste momento para eu contar mais sobre o filme, não o farei. Simplesmente porque quero muito que você o assista, independepende de quem esteja lendo este post, pois acredito que o conhecimento deve ser disseminado e irão adquiri-lo melhor assistindo ao filme e não neste curto post.

Entretanto, é necessário dizer que eles apertarão o botão, escolhendo o seu bem pessoal ao bem da maioria. É claro que a maioria aqui está representada pela vida de uma pessoa que morrerá após a escolha de apertar o botão. Não é maioria absoluta, mas no contexto filosófico do filme, esta vida representa a vida de toda uma sociedade que espera passivamente para morrer ao toque de um botão.


No entanto, se o casal do filme conhecesse a filosofia de Platão, logo saberiam que fizeram a pior escolha da vida deles - como puderam constatar na experiência mais tarde. 

Platão diz que o homem justo e bom é aquele que escolhe o bem da maioria mesmo que isto implique em sacrificar seu bem pessoal; pois caso contrário, o injusto (você, no caso) estaria fadado às ruinas, a uma vida sem virtudes. 

E foi este conhecimento que faltou aos protagonistas. Mas não poderá, necessariamente, faltar a você também.

Pense Nisto e boa semana a todos!!

Por favor. Apenas ouça.

24 de mar. de 2011

Justin Bieber, corra pra delegacia da mulher, sua linda!




Quinta-feira e Sempre


Meus devaneios, no momento em que os vejo, são apenas devaneios. Talvez por isso a idéia da morte me atormenta, lembrando-me o quão dependente sou. 
Entretanto, conhecer minha dependência me dá asas; e eu as uso para voar feliz ao seu encontro, pois não há lugar no mundo em que eu queira estar se não ao seu lado, segurando a sua mão e sabendo que a minha alma é apaixonadamente sua.


Eu te amo, Alberth Moreira. 





6 de abr. de 2011

Um pouco sobre felicidade - por Gildson Jr.

         O que é preciso para ser feliz? Ter muito dinheiro? Um bom carro na garagem? Fazer muitas viagens pra lugares paradisíacos? Pode ser que sim e muito provavelmente essas coisas cooperam para fazer alguém feliz. Mas o que falar sobre aqueles que não possuem meios financeiros de obter tais benefícios? Serão esses considerados infelizes? Claro que não, afinal, não nos faltam exemplos de pessoas humildes que são consideradas (e principalmente, se consideram) felizes. Então, de onde provém a verdadeira felicidade?

         Acredito eu, que a verdadeira felicidade vem principalmente da própria pessoa. Não que ela brote espontaneamente sem mais nem porque do interior da pessoa, mas se origina como resultado de um referencial feito pela própria pessoa sobre aquilo que é ou não prioridade em sua vida. Como diz uma velha frase: "A gente se entristece pelo pouco que falta em vez de se alegrar com o muito que tem".

         Claro que a vida de ninguém é um mar de rosas, sempre há aqueles que por algum motivo acham que ela poderia ser melhor, seja por não ter dinheiro pra ir em um show que era de seu interesse ou por um fora que levou de alguém que muito se gostava, porém (e isso já é de praxe) tudo tem seu lado positivo e, caso não haja, saiba que existem outras coisas que podem nos fazer rever essa situação tão incômoda que é estar triste ou sentir falta de algo ou alguém.

      Por muitas vezes, muitas e muitas pessoas vivem em situações de extrema pobreza ou enfrentam sucessivas perdas que abalam sua auto-estima, no entanto não se abalam e sempre buscam em suas vidas outros fatores que lhe façam encontrar felicidade para seguir a diante, nem que esse motivo seja o simples fato de estar vivo, o que convenhamos já um bom motivo para alegrar-se. 


 
Gildson Júnior

28 de mar. de 2011

Segunda-feira

Um tempo atrás assisti a um filme chamado "A caixa". Nele, um casal em dívidas recebe uma estranha caixa contendo um botão e paralelamente uma proposta: Apertando o botão, o casal ganhará 1 milhão de dólares; entretanto, uma pessoa (que eles não conhecem) em qualquer parte do mundo, morrerá.

Passa-se, então, uma corrida contra o tempo e a dúvida inevitável entre apertar e receber a solução de seus problemas ou não apertar e não ter que sacrificar alguém.

Apesar de meus dedos estarem formigando neste momento para eu contar mais sobre o filme, não o farei. Simplesmente porque quero muito que você o assista, independepende de quem esteja lendo este post, pois acredito que o conhecimento deve ser disseminado e irão adquiri-lo melhor assistindo ao filme e não neste curto post.

Entretanto, é necessário dizer que eles apertarão o botão, escolhendo o seu bem pessoal ao bem da maioria. É claro que a maioria aqui está representada pela vida de uma pessoa que morrerá após a escolha de apertar o botão. Não é maioria absoluta, mas no contexto filosófico do filme, esta vida representa a vida de toda uma sociedade que espera passivamente para morrer ao toque de um botão.


No entanto, se o casal do filme conhecesse a filosofia de Platão, logo saberiam que fizeram a pior escolha da vida deles - como puderam constatar na experiência mais tarde. 

Platão diz que o homem justo e bom é aquele que escolhe o bem da maioria mesmo que isto implique em sacrificar seu bem pessoal; pois caso contrário, o injusto (você, no caso) estaria fadado às ruinas, a uma vida sem virtudes. 

E foi este conhecimento que faltou aos protagonistas. Mas não poderá, necessariamente, faltar a você também.

Pense Nisto e boa semana a todos!!

Por favor. Apenas ouça.

24 de mar. de 2011

Justin Bieber, corra pra delegacia da mulher, sua linda!




Quinta-feira e Sempre


Meus devaneios, no momento em que os vejo, são apenas devaneios. Talvez por isso a idéia da morte me atormenta, lembrando-me o quão dependente sou. 
Entretanto, conhecer minha dependência me dá asas; e eu as uso para voar feliz ao seu encontro, pois não há lugar no mundo em que eu queira estar se não ao seu lado, segurando a sua mão e sabendo que a minha alma é apaixonadamente sua.


Eu te amo, Alberth Moreira.