30 de jul. de 2010

Ousadia


A mudança exige persistência, mas ser persistente não é fácil. Persistir é ousar e este último assemelha-se a uma onda: evoluindo e mudando num percurso ritmado e transparente; de modo que, para aquele que contemplasse de fora, na areia, todas as ondas parecessem iguais, entretanto, ao observar dentro do mar, ali encontrasse um espetáculo sem igual. 


Assim é a ousadia - furiosa por dentro, mas compenetrada por fora - para que não fuja dos limites da razão e transgrida regras de boa convivência, afinal, não é agradável alguém extremamente mutante e maleável, que se altere à mínima situação. [Adaptar-se às situações adversas não significa destruir um 'eu' antigo e reconstruir um novo, supostamente preparado para a dada situação, se isto fosse bom, ninguém teria personalidade, nome, cidade, família ou trabalho, seríamos líquidos colocados e recolocados em jarras de diferentes formas, sendo nosso papel, automaticamente, assumir a forma da jarra da vez, sem questionar, interrogar ou ao menos, entender o porquê de tudo aquilo.]

Assim, apenas através do nosso comportamento ousado seremos capazes de alcançar as mudanças necessárias, em tempos acertados e medidas exatas; pois, às vezes, as 'jarras' do dia-a-dia modificam-se de acordo com a nossa forma, sem que precisemos mudar a favor delas. Isto sim é ousadia.

27 de jul. de 2010

Treinando o pulo!

 

 Paulino Neves - MA



Papagaio engraçado (Só bebe cerveja!)

   

                   Vídeo filmado em Paulino Neves - MA, no bar do Sandro. O papagaio alcoólatra é animal de estimação do dono do bar (Vcs já podem imaginar a situação do bicho!) =)

The Flash

Olá,


Postagem ultra rápida, só para deixar dois recados:

- Como prometido, as fotos de Barreirinhas e Paulino Neves já estão postadas no facebook.
Dê uma conferida clicando aqui, ou acesse o banner na barra direita deste blog. ;)

- Odeio auto-escola!





See you!

22 de jul. de 2010

A história de dois solitários


              Era uma vez uma poesia. Esta poesia foi concebida numa noite sem lua, quando dois amantes se viram pela última vez. Desde então, esta poesia percorre as páginas esquecidas do sentimento e tristemente procura alguém a quem possa amar. Eis a poesia solitária:

Preciso do teu abraço,
da tua voz no pé do meu ouvido.

Preciso que a chuva continue,
para que fiques aqui comigo.

Preciso da tua mão, no meu corpo a descobrir.
Preciso do teu sorriso, para minh'alma colorir.

[Preciso de ti]

                    O que a Poesia Solitária não sabia era que não muito distante, existia uma Bailarina que vivia igualmente só. Sua dança suave transmitia a dor de alguém que não tinha a quem amar...



                   Foi quando uma brisa leve arrastou a Poesia Solitária até os pés da Bailarina; ela abaixou-se para pegar a folha de papel, leu cada linha da Poesia Solitária e sorriu alegremente.
                   Desta forma, a poesia solitária e a bailarina uniram suas tristezas e nunca mais sentiram-se sós. 

FIM!

Obs.:  Apesar de eu ter escolhido dois personagens lúdicos para ilustrar esta história, jamais duvidem da veracidade da mesma.

30 de jul. de 2010

Ousadia


A mudança exige persistência, mas ser persistente não é fácil. Persistir é ousar e este último assemelha-se a uma onda: evoluindo e mudando num percurso ritmado e transparente; de modo que, para aquele que contemplasse de fora, na areia, todas as ondas parecessem iguais, entretanto, ao observar dentro do mar, ali encontrasse um espetáculo sem igual. 


Assim é a ousadia - furiosa por dentro, mas compenetrada por fora - para que não fuja dos limites da razão e transgrida regras de boa convivência, afinal, não é agradável alguém extremamente mutante e maleável, que se altere à mínima situação. [Adaptar-se às situações adversas não significa destruir um 'eu' antigo e reconstruir um novo, supostamente preparado para a dada situação, se isto fosse bom, ninguém teria personalidade, nome, cidade, família ou trabalho, seríamos líquidos colocados e recolocados em jarras de diferentes formas, sendo nosso papel, automaticamente, assumir a forma da jarra da vez, sem questionar, interrogar ou ao menos, entender o porquê de tudo aquilo.]

Assim, apenas através do nosso comportamento ousado seremos capazes de alcançar as mudanças necessárias, em tempos acertados e medidas exatas; pois, às vezes, as 'jarras' do dia-a-dia modificam-se de acordo com a nossa forma, sem que precisemos mudar a favor delas. Isto sim é ousadia.

27 de jul. de 2010

Treinando o pulo!

 

 Paulino Neves - MA



Papagaio engraçado (Só bebe cerveja!)

   

                   Vídeo filmado em Paulino Neves - MA, no bar do Sandro. O papagaio alcoólatra é animal de estimação do dono do bar (Vcs já podem imaginar a situação do bicho!) =)

The Flash

Olá,


Postagem ultra rápida, só para deixar dois recados:

- Como prometido, as fotos de Barreirinhas e Paulino Neves já estão postadas no facebook.
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- Odeio auto-escola!





See you!

22 de jul. de 2010

A história de dois solitários


              Era uma vez uma poesia. Esta poesia foi concebida numa noite sem lua, quando dois amantes se viram pela última vez. Desde então, esta poesia percorre as páginas esquecidas do sentimento e tristemente procura alguém a quem possa amar. Eis a poesia solitária:

Preciso do teu abraço,
da tua voz no pé do meu ouvido.

Preciso que a chuva continue,
para que fiques aqui comigo.

Preciso da tua mão, no meu corpo a descobrir.
Preciso do teu sorriso, para minh'alma colorir.

[Preciso de ti]

                    O que a Poesia Solitária não sabia era que não muito distante, existia uma Bailarina que vivia igualmente só. Sua dança suave transmitia a dor de alguém que não tinha a quem amar...



                   Foi quando uma brisa leve arrastou a Poesia Solitária até os pés da Bailarina; ela abaixou-se para pegar a folha de papel, leu cada linha da Poesia Solitária e sorriu alegremente.
                   Desta forma, a poesia solitária e a bailarina uniram suas tristezas e nunca mais sentiram-se sós. 

FIM!

Obs.:  Apesar de eu ter escolhido dois personagens lúdicos para ilustrar esta história, jamais duvidem da veracidade da mesma.