24 de abr. de 2011
16 de abr. de 2011
Mistério no ar....
Estou ocupada com negócios clandestinos, planos maquiavélicos, articulações secretas e contrabando de histórias suspeitas para blogs ainda mais suspeitos.
Adoraria deixar aqui o link do blog que estou escrevendo ultimamente, mas receio que seu conteúdo não seja para todos. No mais, um fim de semana misterioso para todos.
Até!!
11 de abr. de 2011
9 de abr. de 2011
Dica: 72 horas
"Passamos muito tempo tentando organizar o mundo: criamos relógios, calendários e tentamos prever o clima. Mas que parte da nossa vida está realmente sob nosso controle?"
- John Brennan -
72 horas - Um filme sobre a guerra entre um homem que tenta provar a inocência da sua esposa e as convenções burocráticas do sistema criminal dos Estados Unidos.
Neste longa, a esposa de John Brennan (Russell Crowe) é acusada de matar sua chefe, como é de praxe, todas as provas estavam contra ela; entretanto, John se nega a acreditar em tal fato. Em contraposição ao que ele acredita, a justiça declara que sua esposa é culpada e a submete a uma pena de 20 anos em regime fechado.
Para maior desespero de John e de sua esposa Lara, o filho de 6 anos do casal passa a ter problemas na escola e em sociabilidade com outras crianças.
Neste ponto, John vê sua antiga vida perfeita se desmoronando na frente de seus olhos e após três anos de recursos judiciais mal-sucedidos, ele percebe que a única maneira de ter sua esposa de volta é tirando-a da prisão, tarefa nada fácil visto que o sistema criminal de Pittsburgh - cidade americana onde moram - é um dos mais seguros do país. Entretanto, John estuda minuciosamente cada parte do seu plano arriscado com um único objetivo em mente: reestruturar sua família.
Este é um bom filme para refletir sobre a nossa vida pessoal sendo manipulada pela vida do Estado; suas leis e convenções nos prendem em uma jaula de medo, pois ao mesmo tempo em que nos protegem, nos ameaçam.
Digo isto porque passou-se a acreditar em evidências criminais e não na palavra das pessoas. Ora, evidências podem ser forjadas e a palavra, supremacia do homem, deveria ser o único referencial para uma vida social saudável.
Logo, a invenção da mentira nos tirou da zona de conforto. Nem o Estado nos protege, nem nós mesmos, pois ambos podem mentir.
O que, então, nos protege? O que não mente?
Pensem nisto e bom fim de semana!
6 de abr. de 2011
Um pouco sobre felicidade - por Gildson Jr.
O que é preciso para ser feliz? Ter muito dinheiro? Um bom carro na garagem? Fazer muitas viagens pra lugares paradisíacos? Pode ser que sim e muito provavelmente essas coisas cooperam para fazer alguém feliz. Mas o que falar sobre aqueles que não possuem meios financeiros de obter tais benefícios? Serão esses considerados infelizes? Claro que não, afinal, não nos faltam exemplos de pessoas humildes que são consideradas (e principalmente, se consideram) felizes. Então, de onde provém a verdadeira felicidade?
Acredito eu, que a verdadeira felicidade vem principalmente da própria pessoa. Não que ela brote espontaneamente sem mais nem porque do interior da pessoa, mas se origina como resultado de um referencial feito pela própria pessoa sobre aquilo que é ou não prioridade em sua vida. Como diz uma velha frase: "A gente se entristece pelo pouco que falta em vez de se alegrar com o muito que tem".
Claro que a vida de ninguém é um mar de rosas, sempre há aqueles que por algum motivo acham que ela poderia ser melhor, seja por não ter dinheiro pra ir em um show que era de seu interesse ou por um fora que levou de alguém que muito se gostava, porém (e isso já é de praxe) tudo tem seu lado positivo e, caso não haja, saiba que existem outras coisas que podem nos fazer rever essa situação tão incômoda que é estar triste ou sentir falta de algo ou alguém.
Por muitas vezes, muitas e muitas pessoas vivem em situações de extrema pobreza ou enfrentam sucessivas perdas que abalam sua auto-estima, no entanto não se abalam e sempre buscam em suas vidas outros fatores que lhe façam encontrar felicidade para seguir a diante, nem que esse motivo seja o simples fato de estar vivo, o que convenhamos já um bom motivo para alegrar-se.
Gildson Júnior
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24 de abr. de 2011
16 de abr. de 2011
Mistério no ar....
Estou ocupada com negócios clandestinos, planos maquiavélicos, articulações secretas e contrabando de histórias suspeitas para blogs ainda mais suspeitos.
Adoraria deixar aqui o link do blog que estou escrevendo ultimamente, mas receio que seu conteúdo não seja para todos. No mais, um fim de semana misterioso para todos.
Até!!
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11 de abr. de 2011
9 de abr. de 2011
Dica: 72 horas
"Passamos muito tempo tentando organizar o mundo: criamos relógios, calendários e tentamos prever o clima. Mas que parte da nossa vida está realmente sob nosso controle?"
- John Brennan -
72 horas - Um filme sobre a guerra entre um homem que tenta provar a inocência da sua esposa e as convenções burocráticas do sistema criminal dos Estados Unidos.
Neste longa, a esposa de John Brennan (Russell Crowe) é acusada de matar sua chefe, como é de praxe, todas as provas estavam contra ela; entretanto, John se nega a acreditar em tal fato. Em contraposição ao que ele acredita, a justiça declara que sua esposa é culpada e a submete a uma pena de 20 anos em regime fechado.
Para maior desespero de John e de sua esposa Lara, o filho de 6 anos do casal passa a ter problemas na escola e em sociabilidade com outras crianças.
Neste ponto, John vê sua antiga vida perfeita se desmoronando na frente de seus olhos e após três anos de recursos judiciais mal-sucedidos, ele percebe que a única maneira de ter sua esposa de volta é tirando-a da prisão, tarefa nada fácil visto que o sistema criminal de Pittsburgh - cidade americana onde moram - é um dos mais seguros do país. Entretanto, John estuda minuciosamente cada parte do seu plano arriscado com um único objetivo em mente: reestruturar sua família.
Este é um bom filme para refletir sobre a nossa vida pessoal sendo manipulada pela vida do Estado; suas leis e convenções nos prendem em uma jaula de medo, pois ao mesmo tempo em que nos protegem, nos ameaçam.
Digo isto porque passou-se a acreditar em evidências criminais e não na palavra das pessoas. Ora, evidências podem ser forjadas e a palavra, supremacia do homem, deveria ser o único referencial para uma vida social saudável.
Logo, a invenção da mentira nos tirou da zona de conforto. Nem o Estado nos protege, nem nós mesmos, pois ambos podem mentir.
O que, então, nos protege? O que não mente?
Pensem nisto e bom fim de semana!
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6 de abr. de 2011
Um pouco sobre felicidade - por Gildson Jr.
O que é preciso para ser feliz? Ter muito dinheiro? Um bom carro na garagem? Fazer muitas viagens pra lugares paradisíacos? Pode ser que sim e muito provavelmente essas coisas cooperam para fazer alguém feliz. Mas o que falar sobre aqueles que não possuem meios financeiros de obter tais benefícios? Serão esses considerados infelizes? Claro que não, afinal, não nos faltam exemplos de pessoas humildes que são consideradas (e principalmente, se consideram) felizes. Então, de onde provém a verdadeira felicidade?
Acredito eu, que a verdadeira felicidade vem principalmente da própria pessoa. Não que ela brote espontaneamente sem mais nem porque do interior da pessoa, mas se origina como resultado de um referencial feito pela própria pessoa sobre aquilo que é ou não prioridade em sua vida. Como diz uma velha frase: "A gente se entristece pelo pouco que falta em vez de se alegrar com o muito que tem".
Claro que a vida de ninguém é um mar de rosas, sempre há aqueles que por algum motivo acham que ela poderia ser melhor, seja por não ter dinheiro pra ir em um show que era de seu interesse ou por um fora que levou de alguém que muito se gostava, porém (e isso já é de praxe) tudo tem seu lado positivo e, caso não haja, saiba que existem outras coisas que podem nos fazer rever essa situação tão incômoda que é estar triste ou sentir falta de algo ou alguém.
Por muitas vezes, muitas e muitas pessoas vivem em situações de extrema pobreza ou enfrentam sucessivas perdas que abalam sua auto-estima, no entanto não se abalam e sempre buscam em suas vidas outros fatores que lhe façam encontrar felicidade para seguir a diante, nem que esse motivo seja o simples fato de estar vivo, o que convenhamos já um bom motivo para alegrar-se.
Gildson Júnior
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