8 de fev. de 2010

O Moinho

Sem perceber, somos arrastados diariamente para o moinho das nossas vidas. Lá são massacrados todos os nossos sonhos, desejos, temores e sentimentos. Quando saimos do moinho, ficamos apáticos, pouco demonstramos sentimentos, ignoramos os fatos que não nos envolva e, muitas das vezes, nos tornamos rancorosos demais para nos alegrar com as coisas simples. Enfim..nos tornamos adultos!
O moinho é uma parte da vida que - acredita-se - todos devamos passar para adquirir maturidade. Mas..quem disse que a maturidade se adquire ao abandonar os sonhos de criança, as bobagens muitas das vezes necessárias para amenizar a dor do mundo, o amor puro e dedicado que apenas as crianças sentem? Quem? O moinho!
Apenas o moinho fala..e é apenas a ele que damos, erradamente, ouvidos. O moinho está na nossa consciência, dentro de cada um de nós. Mas o fato de estar dentro de nós, não significa que tenhamos que ouvi-lo, muito pelo contrário, essa é a parte que deve ser abandonada para que viva dentro de nós a criança que somos e que nunca devemos deixar de ser.

5 de fev. de 2010

Sigiloso funeral

...Foi quando eu parei no meio da estrada, desliguei o motor do carro e notei que só restava a lua, a mulher morta e Eu. Fiz minha oração enquanto abandonava a mulher no rio das penumbras e percebi que aquele ato seria o último da minha existência, pois olhando carinhosamente para a mulher morta em meus braços, entendi que se tratava do meu funeral. Eu teria, enfim, minha última lágrima derramada nesse solo e apenas uma testemunha presenciaria tudo: a lua. Então escrevi no querido diário a minha oração:
"Senhor, que este pesadelo acabe"
E Deus me disse num relâmpago:
"É apenas o começo."...

3 de fev. de 2010

Chega uma hora da vida que não dá para se desesperar, não dá para se entristecer, não dá para comemorar..não dá para fazer nada a não ser sentar, respirar fundo e perguntar:




...Enem off...

2 de fev. de 2010

Relatos do dia

[Às vezes, a vida nos impõe caminhos que nos exigem não só paciência, mas também cuidado. O afastamento físico de pessoas queridas, a morte das mesmas, até mesmo o desamparo sentimental são casos em que nossos passos se sentem coagidos a pausar o caminho e reavaliar o ritmo da caminhada. Entretanto, não são apenas conseqüências alheias que nos fazem diminuir o ritmo da nossa andada, muitas das vezes, nós que somos os autores dos abandonos contra nós mesmos, das mortes em plena vida, do repúdio aos nossos desejos de felicidade, etc.]

Hoje o post será um pouco mais longo, pois o dia foi exatamente assim: longo. Estava eu no shopping Tropical esperando uma pessoa para ir a um consultório médico, enquanto eu lia um livro chamado "Ser como o Rio que flui" de Paulo Coelho. Particularmente, estou descobrindo se gosto deste escritor, mas, com certeza, esse livro conta estrelinhas positivas para ele.

Enfim... Enquanto eu esperava, li um trecho do livro que falava assim: “A vida é como uma corrida de bicicletas: Na largada, todos estão empolgados e eufóricos para o início da corrida, mas quando estão a certa altura do percurso, alguns se perdem, outros desistem e a maioria apenas acompanha o carro de apoio (rotina). Desta forma, poucos são aqueles que conseguem terminar a prova, mesmo com as dificuldades do caminho, com os trechos que percorreram sozinhos e com os demais problemas que os sábios e bravos sempre têm que enfrentar."

Esse trecho foi de uma importância singular no meu dia e espero que seja igualmente - não só no dia- mas na vida de vocês. E para abrilhantar mais ainda esse texto, o segundo fato interessante que me aconteceu hoje foi o seguinte:

Conheci, muito rapidamente, uma senhora por volta dos 60 anos que simplesmente me disse: "É melhor andar devagar que correr e se cansar!"
Humm... Interessante, não? O que a levou a tecer esse comentário eu não sei, mas me rendeu muitos minutos de reflexão. Os frutos de tal reflexão serão deixados para outra hora, pois sei que (assim como os corredores de bicicleta) são poucos os que chegaram até aqui!
No mais, obrigada e até a próxima.

8 de fev. de 2010

O Moinho

Sem perceber, somos arrastados diariamente para o moinho das nossas vidas. Lá são massacrados todos os nossos sonhos, desejos, temores e sentimentos. Quando saimos do moinho, ficamos apáticos, pouco demonstramos sentimentos, ignoramos os fatos que não nos envolva e, muitas das vezes, nos tornamos rancorosos demais para nos alegrar com as coisas simples. Enfim..nos tornamos adultos!
O moinho é uma parte da vida que - acredita-se - todos devamos passar para adquirir maturidade. Mas..quem disse que a maturidade se adquire ao abandonar os sonhos de criança, as bobagens muitas das vezes necessárias para amenizar a dor do mundo, o amor puro e dedicado que apenas as crianças sentem? Quem? O moinho!
Apenas o moinho fala..e é apenas a ele que damos, erradamente, ouvidos. O moinho está na nossa consciência, dentro de cada um de nós. Mas o fato de estar dentro de nós, não significa que tenhamos que ouvi-lo, muito pelo contrário, essa é a parte que deve ser abandonada para que viva dentro de nós a criança que somos e que nunca devemos deixar de ser.

5 de fev. de 2010

Sigiloso funeral

...Foi quando eu parei no meio da estrada, desliguei o motor do carro e notei que só restava a lua, a mulher morta e Eu. Fiz minha oração enquanto abandonava a mulher no rio das penumbras e percebi que aquele ato seria o último da minha existência, pois olhando carinhosamente para a mulher morta em meus braços, entendi que se tratava do meu funeral. Eu teria, enfim, minha última lágrima derramada nesse solo e apenas uma testemunha presenciaria tudo: a lua. Então escrevi no querido diário a minha oração:
"Senhor, que este pesadelo acabe"
E Deus me disse num relâmpago:
"É apenas o começo."...

3 de fev. de 2010

Chega uma hora da vida que não dá para se desesperar, não dá para se entristecer, não dá para comemorar..não dá para fazer nada a não ser sentar, respirar fundo e perguntar:




...Enem off...

2 de fev. de 2010

Relatos do dia

[Às vezes, a vida nos impõe caminhos que nos exigem não só paciência, mas também cuidado. O afastamento físico de pessoas queridas, a morte das mesmas, até mesmo o desamparo sentimental são casos em que nossos passos se sentem coagidos a pausar o caminho e reavaliar o ritmo da caminhada. Entretanto, não são apenas conseqüências alheias que nos fazem diminuir o ritmo da nossa andada, muitas das vezes, nós que somos os autores dos abandonos contra nós mesmos, das mortes em plena vida, do repúdio aos nossos desejos de felicidade, etc.]

Hoje o post será um pouco mais longo, pois o dia foi exatamente assim: longo. Estava eu no shopping Tropical esperando uma pessoa para ir a um consultório médico, enquanto eu lia um livro chamado "Ser como o Rio que flui" de Paulo Coelho. Particularmente, estou descobrindo se gosto deste escritor, mas, com certeza, esse livro conta estrelinhas positivas para ele.

Enfim... Enquanto eu esperava, li um trecho do livro que falava assim: “A vida é como uma corrida de bicicletas: Na largada, todos estão empolgados e eufóricos para o início da corrida, mas quando estão a certa altura do percurso, alguns se perdem, outros desistem e a maioria apenas acompanha o carro de apoio (rotina). Desta forma, poucos são aqueles que conseguem terminar a prova, mesmo com as dificuldades do caminho, com os trechos que percorreram sozinhos e com os demais problemas que os sábios e bravos sempre têm que enfrentar."

Esse trecho foi de uma importância singular no meu dia e espero que seja igualmente - não só no dia- mas na vida de vocês. E para abrilhantar mais ainda esse texto, o segundo fato interessante que me aconteceu hoje foi o seguinte:

Conheci, muito rapidamente, uma senhora por volta dos 60 anos que simplesmente me disse: "É melhor andar devagar que correr e se cansar!"
Humm... Interessante, não? O que a levou a tecer esse comentário eu não sei, mas me rendeu muitos minutos de reflexão. Os frutos de tal reflexão serão deixados para outra hora, pois sei que (assim como os corredores de bicicleta) são poucos os que chegaram até aqui!
No mais, obrigada e até a próxima.

1 de fev. de 2010

Cansei


Cansei de gente que fala muito, mas não diz nada!